domingo, 5 de outubro de 2014

Velha musica

Esses dias que eu pareço estar só
ligo o radio na noite, procurando
aquela velha musica, help me!

E eu disfarço, faz tempo que já nem me lembro
mas você já esta acendendo um cigarro.

Cinco anos pra mais neste ultimo mês
e ainda parece que sou seu refém
mas você já esta usando batom vermelho
sem versos de auto-ajuda.

Fazer o quê?  somos do amor
choramos nossas perdas sempre
e sempre levantamos a cabeça

queremos sorrir mesmo
se o amor nos iludir

Já esta cedo, desligo o radio 
essas velhas musicas, stand by me!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Ha quem possa interessar

Do lado de cá só vejo
Essas meias verdades
Mentiras baratas
Um péssimo senso de humor
De quem é um ótimo tema pra tal
Lamentações modéstia a parte
Não me obrigo a sentir as suas
Sobrevivo muito bem com as minhas
E não culpo o tempo por isso
E não sei porque insisto
Em divagar sobre isso
Deve ser porquê sempre estou vendo
Essas coisas insanas de vocês
Pecados carnais
Não é o ponto forte dessas pessoas
Talvez seja o meu, talvez não
Diante disso tudo
Prefiro ser esse mistério todo
De um illuminati 
Do que  ser um livro aberto
De auto ajuda popular por uns meses
Até virar filme.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

bicho homem!

Eu admito

todas as noites eu olho sua foto

pra ter certeza, que não precisa mais de mim

pra eu reafirmar, que não sou digno

desses sentimentos

não existe inveja aqui dentro

só um vicio em provar

que não amamos os defeitos

porque o amor te cega por dois meses

e você usa óculos, já dava pra suspeitar

desses sentimentos que ainda vagam por aqui.

domingo, 13 de julho de 2014

Sangria




Diz ai o que tem
não viver para se entregar
se entristecer com a cor do céu
insensatez no olhar de quem
só quer a paz.

Não ter medo de saltar do trem
 e dizer adeus a um grande amor
andar por ai a toa 
como quem acredita em salvação.

não tem mais um senhor para seguir
um ronin perturbado
que vive a dizer
metade de mim é  amor
a outra parte eu já nem sei onde foi

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Lema de circo



A vontade 

é uma filha da puta

coitada 

da minha arte

dizem

que sofrer faz parte

mas, eu não ligo

eu vivo

mudando de cidade.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Pedaços de um caderno manchado de whisky


Retirado da Pagina 
Pedaços de um caderno manchado de whisky(https://www.facebook.com/PedacosDeUmCadernoManchadoDeWhisky


Escondi suas fotos
Apaguei teu número
Guardei todas as cartas

E depois
Tantas camas
Tantas mulheres
Tantos beijos

E eu ainda não
te esqueço.

Hoje tem uma mulher diferente
no meu quarto.
Ela gosta de mim.

Ela tem uma pele macia.
Sabe beijar como ninguém.
Não reclama das minhas manias.
Me acha engraçado.

Ela viu alguma coisa em mim
que nem eu vi.
Acho que isso é bom.

Eu também gosto dela.
Apesar de não falar em voz alta.

Tenho me esforçado
muito para não estragar
tudo
e acho
que pode dar certo.

Mas eu já cai
tantas vezes nesta ilusão
que chega a ser
patético acreditar
nisso.

O óbvio sempre
me salta aos olhos
e não consigo fazer nada.

Às vezes acho
que ainda sou
aquele garoto
brincando na praia.

Que não tem noção
que a maré está subindo
e a qualquer momento
vai destruir o castelo
que estou construindo.

Provavelmente
faz sol em alguma cidade.

Aqui não.
Aqui ainda chove.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Amanhecer





Ha dias  que nascem rosados

Tamanha é a força do Sol

iluminando o espaço

Ha dias em que preciso

Só do seu abraço

Que já me faria brilhar como Apollo

Tamanha é a  força desse sentimento

Que me desculpe Deus Sol

Mas é na noite que entrego

Os meus sonhos

Já não preciso mais 

De Morfeu. 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Sobre a morte

quando anjos morrem


vibram no céu


diferente de soldados de papel


e inocentes que se tornam cartazes


nas esquinas de Israel


alguns garotos ecoam


nas ondas dos mares


e sobem ate o sol


rasgando em vermelho


o imenso azul do céu.

terça-feira, 1 de abril de 2014

por enquantp é só...

Quando a saudade apertar fundo no peito
Lembra que todo mundo sente saudade de alguém
E que quando a distância existe,
A lembrança é o que mantém vivendo junto da gente
Quem a gente quer tão bem.

Quando o olhar se perde e fica distante
O pensamento vai longe também.
Não é tão simples esquecer o que faz parte de mim 
E me trouxe até aqui

Tem dias em que qualquer sopro do vento 
Me faz querer partir de volta
É que a gente só lembra mesmo do que quer lembrar
E os dias ruins jamais existiram 

Mas eu não quero esquecer.(Valentin)


terça-feira, 11 de março de 2014

lhe vi!

E eu fechei meus olhos por dois minutos

criei  cenas onde meu plano funcionava

e eu era uma boa pessoa.

Abri  os mesmos olhos, e o tempo escorreu das minha mãos

não vi estradas sobre meus pés

e um depressivo sentimento

que eu vivo em vão.

Aquele nosso café, que esta a demorar

o tempo corre, e eu ainda estou  no fim das duvidas

de la até aqui são algumas vidas, meias certezas e uma sina.

Não nasci pra ser raiz, patriarca ou aquele cara  feliz

sou só uma chuva de verão

que as vezes molha, as vezes engana.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Tardes Amenas

Estou farto das tardes amenas

Preciso queimar, correr, pensar

Se é pra ter paz

Mas nem mar tem pra eu admirar!

Mas no final do dia 

É a mesma  coisa

Faço o meu chá, sento na varanda

Não tem banda, nem amor

Só raiva de mim mesmo

pra esbravejar


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

sangre Bullet, rendición amará

sente nos meus olhos a dor do silencio em comum 
que parou na esquina e deixou uma vida vazia
eu te recebo na hora que as luzes da cidade acendem
a alma queima
o coração quer e bate
o que me falta é esperanza
e talvez você tenha

me perdi no mundo já era tarde
nem me lembro o que é uma relação
perdido como um covarde "nessa revolução"
saudade do canto dos pássaros
só ouço aqueles homens: fé na religião
mas na hora do combate eu abaixo as armas
eu te recebo na hora que as luzes da cidade acendem

a alma queima
o coração quer e bate
o que me falta é esperanza
e talvez você tenha

olha nos meus olhos e diz
que não é meu ego
que é o amor jaz cego...

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Lamentos en Sarajevo






Eu parado

longe do caos, na lucidez

De quem  vê estes meus olhos

calmos 

Mal sabe que meu 

ódio

Some, na cidade grande

a vida parada é 

Di'amante

correndo, somos o veneno.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

No fim do começo 


eu volto em min


não tenho nada


hoje só preciso


do teu endereço...

sábado, 4 de janeiro de 2014










sempre na maldade




 fui bom




hoje vivo pela metade




botei fogo na vida




hoje só é brasa




desculpa senhora



isso já virou a minha sina.

Moinho










é sò tempo te lembrando do passado




fazendo tu implorar




pras suas historias fossem verdade




sonhando com um deja vu




e o que vem é o amargo da vida



te jogando num moinho.