domingo, 10 de maio de 2015






Aos poucos tudo afunda, aos poucos


Teu mundo me inunda.


E muito que te querendo meu coração


Aportou no cais da tua cidade.


E nunca dizendo que é pra sempre, posso

Amar como amo o mar, tudo que existe nele... 

Maresia.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Carta Navegante






Paz para esses olhos morenos
Que cansados da mesma vista
Resolveram olhar pra outra direção
Menos narcisista
Grama para os pés molhados
E sujos de caminhar pela areia
Nunca. Chegaram a tal farol
Para esclarecer as suas duvidas
Pensou em visitar uma cidade
E até morar em uma talvez , no barro
Se esclareça
E quem sabe entregue alguém a sua parte de amor atlante
Olhou seu reflexo no mar uma última vez e disse: cansei dessa vida de navegante