triste vida de araketsu
sangrando por dentro, imponente para os outros
tentando concentrar-se na sua vida
mas num desvio de olhar, se perde em
devaneios desnecessarios que sua mente lhe propõe
silencioso na multidão ignorando os problemas alheios
prefere o ócio de seus dias
do que estar presente em momentos importantes
por impulso ele premedita seus passos
contrariando a lógica que lhe foi ensinada
entre um trago de cigarro e um copo de café
se transporta pra uma cidade cinzenta
que lhe so traz agonia e desespero
não vendo a hora de partir desse sistema mecanizado
que é seu dia dia
se mata aos poucos nas palavras de poetas malditos
que tiram ele dessa luz insuportavel
onde só vivem pessoas esnobes e felizes
com suas imaginações adulteras
prefere a companhia de seu cachorro e seu instrumento
ele não é materialista, segue os passos de seu mentor
um comunista, mas não gosta de politica
prefere o frescor de uma sombra
para dedilhar suas melodias tristes
ele é o arauto do cotidiano simplorio
daqueles que não sabem amar.
tentando concentrar-se na sua vida
mas num desvio de olhar, se perde em
devaneios desnecessarios que sua mente lhe propõe
silencioso na multidão ignorando os problemas alheios
prefere o ócio de seus dias
do que estar presente em momentos importantes
por impulso ele premedita seus passos
contrariando a lógica que lhe foi ensinada
entre um trago de cigarro e um copo de café
se transporta pra uma cidade cinzenta
que lhe so traz agonia e desespero
não vendo a hora de partir desse sistema mecanizado
que é seu dia dia
se mata aos poucos nas palavras de poetas malditos
que tiram ele dessa luz insuportavel
onde só vivem pessoas esnobes e felizes
com suas imaginações adulteras
prefere a companhia de seu cachorro e seu instrumento
ele não é materialista, segue os passos de seu mentor
um comunista, mas não gosta de politica
prefere o frescor de uma sombra
para dedilhar suas melodias tristes
ele é o arauto do cotidiano simplorio
daqueles que não sabem amar.
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